Não é novidade alguma que a hereditariedade pode influenciar no ganho de peso, ou na facilidade maior de emagrecer.

Porém, muitos outros fatores podem impedir alguém de emagrecer, mesmo que faça dietas e se submeta a exercícios regulares, e não só diretamente relacionados à alimentação. Dentre esses fatores podemos citar:

Dormir mal

Noites mal dormidas, e uma rotina estressante resultam no aumento do cortisol, que provoca o aumento do apetite.

Além de prejudicar a ação do hormônio do crescimento, que trabalha melhor quando descansamos.

O GH é liberado quando se está em sono profundo, durante a madrugada. Por isso, se na última refeição, antes de dormir, ingerirmos uma boa quantidade de proteína, aproveitaremos melhor seus benefícios.

Intestino desregulado

A microbiota, os micro organismos que vivem no intestino, afeta não apenas o sistema imunológico, como também, a função cerebral e… também o peso.

Assim, a microbiota de uma pessoa acima do peso é diferente da microbiota da pessoa magra.

Dessa forma, uma pessoa que apresente algum tipo de alteração no sistema digestivo, pode sim, ter dificuldades para emagrecer.

Uma microbiota saudável embora tenha um fator genético, ela pode ser influenciada por fatores ambientais, como o estilo de vida, alimentação e atividades físicas.

Por isso, é tão importante procurar levar um estilo de vida mais saudável, com uma alimentação equilibrada, rica em fibras, carboidratos e gorduras, e evitando alimentos processados e industrializados.

Uma boa dica para secar é fazer o uso do emagrecedor detona gordura, ele é um suplemento em cápsulas que ajuda na perda de peso rápida e com saúde.

Hormônios desregulados

Muita gente nem imagina, mas as substâncias químicas fabricadas pelo nosso organismo têm relação direta com a balança, por isso, precisam estar reguladas para a dieta fazer efeito.

Nesse sentido, os hormônios, tantos os produzidos pelo ovário como os fabricados pelo pâncreas precisam ser equilibrados.

A insulina, o glucagon, a testosterona, o estrogênio, a prolactina, o cortisol e o hormônio do crescimento são os principais para o emagrecimento.

Os sintetizados pelos ovários, a testosterona e o estrogênio, são os grandes aliados da dieta, já que eles são fundamentais para a aceleração do metabolismo e na formação de massa muscular (síntese proteica). E quanto mais músculos, mais calorias irá queimar.

E o GH, ou hormônio do crescimento, é outro grande amigo da dieta, o qual estando devidamente equilibrado no organismo, ajuda a promover o crescimento muscular e uma maior queima calórica. E não é só isso, recentes pesquisas revelaram que ele também age no cérebro, ajudando a conservar energia durante a perda de peso.

Por fim, temos a T3, uma substância fabricada pela tireoide. Para quem não sabe, o hormônio da tireoide auxilia a queima calórica, assim, se estiver em falta no organismo, que chamamos de hipotireoidismo, acaba deixando o metabolismo mais lento.

Resistência à insulina

Embora esteja na categoria de hormônio, a insulina é um fator a ser destacado sozinho, justamente pelos problemas que a sua falta, ou desequilíbrio, podem acarretar.

A insulina é um hormônio anabólico, que provoca o aumento de peso. Assim, se ingerirmos muito carboidrato de uma só vez, sem consumir também gorduras, fibras e proteínas, a glicemia se eleva muito, aumentando, ainda mais, o ganho de peso.